
Porque o Brasil não inova? Foi essa pergunta que o professor da UFRJ, Marcos Cavalcanti, tentou responder ontem, na última palestra no terceiro dia da SE 2009, no Teatro Universitário da UFES.
Para ele não inovamos porque ninguém se movimenta, nós temos tecnologia, bons profissionais, porém nos falta estratégia e visão sistêmica. O professor criticou o atual currículo educacional e posicionamentos do governo, que segundo ele premia a incompetência. Ele ainda apontou novos rumos e tendências da engenharia. “Se queremos ser inovadores temos que mudar a maneira de enxergar o mundo. Não basta só querer mudar temos que ter a capacidade de operacionalizar a mudança”, explica Marcos, que encerra dizendo que precisamos ter um propósito e correr atrás de sua realização.
Para ele não inovamos porque ninguém se movimenta, nós temos tecnologia, bons profissionais, porém nos falta estratégia e visão sistêmica. O professor criticou o atual currículo educacional e posicionamentos do governo, que segundo ele premia a incompetência. Ele ainda apontou novos rumos e tendências da engenharia. “Se queremos ser inovadores temos que mudar a maneira de enxergar o mundo. Não basta só querer mudar temos que ter a capacidade de operacionalizar a mudança”, explica Marcos, que encerra dizendo que precisamos ter um propósito e correr atrás de sua realização.
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